Fessora Geração Z
"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina." (Cora Coralina)
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Ando muito cansada...

12:58



Recebi ontem o enésimo e-mail com mensagens saudosistas enaltecendo o ontem e criticando o hoje. Peraí! Onde estavam essas pessoas, que achavam tudo tão bom “antigamente”, enquanto o mundo mudava? Possivelmente, de braços cruzados vendo a banda passar ou, para ficar mais atual, vendo a fila andar. É aquele famoso e aterrorizante silêncio dos bons a que se referia o grande Martin Luther King. E agora? Do que adianta reclamar? Romper o silêncio com críticas nada construtivas só serve para aplacar um remorso que elas nem sabem que sentem.

Numa comunidade de educadores no facebook foi publicada a seguinte mensagem:

“Hoje em dia nossas crianças e jovens trocaram:

Brinquedos por maquiagem;
Carrinhos por jogos de matar;
Livros pela televisão;
Bonecas por bebês;
Suco por cerveja;
Imaginação pelas drogas;
Abraços por socos;
Amor por presentes;
Alegria pela depressão!

Será que isso não é motivo suficiente para repensarmos a educação de crianças e jovens?”

Achei bem bacana, mas fiquei me perguntando o que seria exatamente esse “repensar”. Vivo cercada por professores e uma das frases mais ouvidas nas rodinhas da categoria é “No meu tempo...”. Quando começam uma fala assim, normalmente é para seguir com alguma bomba, do tipo, “...a gente decorava a tabuada na primeira série primária!”. Puxa, que vantagem! Aos seis anos, quando a criança estava formando o conceito da adição, lascava-se logo um “sete VEZ oito” sem a menor preocupação em associar a multiplicação à adição, sem dar à mente a oportunidade de amadurecer um conceito, sem mostrar uma aplicação prática para aquele cálculo. As pessoas que tanto elogiam a didática antiquada da Matemática se esquecem que, no mínimo, 70% de sua geração fugiu das carreiras na área tecnológica exatamente por extrema aversão à Matemática!

Estou citando apenas um exemplo na minha área para não entrar na seara alheia, mas... não querendo me meter, e já me metendo... Será que o programa de Literatura Brasileira não estaria contribuindo para que mais e mais jovens troquem o livro pela televisão? Vejo meus alunos em 2012 lendo exatamente os mesmo livros que eu lia em 1972. Quarenta anos depois, Bruna Surfistinha é muito mais interessante do que Lucíola! Não seria possível uma reformulação desse planejamento de tal forma que os jovens fossem realmente atraídos pela leitura? Não consigo imaginar os jovens que conheço sentindo-se estimulados a ler depois de “Os Lusíadas” ou dos sermões do Padre Antônio Vieira.

Da mesma forma, não consigo imaginar uma forma salutar de apresentar aos meus alunos intrincadas inequações logarítmicas ou resoluções de sistemas lineares com quatro equações e seis incógnitas. Para quê? Nem preciso ir tão longe: por que ensinar a racionalizar denominadores? Há muitos e muitos anos, a divisão de 10 pela raiz quadrada de 2 (aproximadamente igual a 1,414) era um trabalho hercúleo, concordo. Através da racionalização do denominador, esse cálculo transforma-se em 14,14 dividido por 2 que resulta em 7,07 (cálculo que se faz de cabeça, sem muita dificuldade). Em 2012, todos – eu disse TODOS – os meus alunos têm ao menos um telefone celular com calculadora e podem dividir por números irracionais sem dificuldade alguma. Quando digo isso, sempre surge algum defensor dos fracos e oprimidos para dizer que um estudante lá no interior do sertão nordestino não tem calculadora. Bem, eu nunca dei aula no sertão nordestino, mas trabalhei numa ilha a duas horas e meia de Dili (capital do Timor-Leste), viajando de beiro (um barquinho feito de tronco de árvore equilibrado com bambus) e lá todos os estudantes tinham celulares (telemóveis, como os chamavam) com calculadoras. Milagres da Timor Telecom! Por outro lado, qual a chance de um sertanejo, que não tem nem um celular, vir a precisar fazer qualquer divisão por um número irracional?

“Hoje” não está legal? Há quem pense assim. “Ontem” foi melhor? Pode ser que, para alguns, tenha sido. E “amanhã”? Vou estar reclamando de como as coisas eram boas hoje que, amanhã, já terá se tornado ontem... mas... O que eu fiz para mudar esse estado de coisas? Nada! Mudar é difícil e trabalhoso. O novo é estranho e inseguro. Posso ter tempo para me sentar e reclamar, mas não encontro um minuto sequer na minha vida extremamente ocupada para parar e refletir – repensar o meu trabalho como educadora. E isso, vai muito além da minha mera Matemática...

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Visita ao Planetário da Gávea - 03/7/12

13:50



Com o objetivo de difundir a Astronomia, as ciências afins e desenvolver projetos culturais, a Fundação Planetário conta com diversas atividades, como sessões de cúpula, experimentos interativos, observações ao telescópio, cursos, palestras e exposições.


A instituição possui duas cúpulas em funcionamento: a Carl Sagan, que tem 23 metros de diâmetro e 263 assentos, abriga o planetário modelo Universarium VIII - TD, e a Galileu Galilei, com 12,5 metros de diâmetro e 90 assentos e conta com um sistema de imersão digital.
O planetário Universarium é um equipamento moderno capaz de projetar cerca de nove mil estrelas. Na cúpula Galileu Galilei, a projeção é de cerca de seis mil estrelas.

Ambos os planetários reproduzem em condições fidedignas o céu visto da Terra a olho nu em qualquer latitude ou época do ano. De terça a sexta, as sessões de cúpula funcionam atendendo a escolas públicas e particulares com agendamento prévio. Nos fins de semana e feriados, as sessões são abertas ao público em geral.

As observações do céu acontecem às quartas, gratuitamente, na Praça dos Telescópios. A área possui quatro equipamentos modernos, instalados em cúpulas, com capacidade para localizar automaticamente cerca de 64 mil objetos.

Criada em 19 de novembro de 1970, a instituição hoje possui uma área total de 16 mil metros quadrados e 12 mil metros quadrados de área construída. Um dos seus espaços é uma biblioteca com acervo de aproximadamente 2,5 mil livros e vários vídeos educativos, especializados em Astronomia, Astronáutica, Astrofísica e Física, que funciona de segunda a sexta, das 10h às 17h. Ainda há um teatro (sob a responsabilidade da Rede Municipal de Teatros), auditórios, restaurantes, estacionamento e uma ampla área verde destinada à recreação das crianças.O Museu do Universo - Experimentos Interativos é composto por 60 experimentos, com os quais o público pode interagir e aprender um pouco mais sobre Astronomia. O conteúdo foi especialmente desenvolvido pela equipe técnica da Fundação, que se preocupou em desenvolver um arrojado design de ambientação a partir de uma idéia inovadora.

São os resultados positivos dessas ações que impulsionam a evolução e o desejo de buscar o que existe de mais avançado no estudo da Astronomia e de suas ciências afins. Desta forma, o Planetário do Rio vem contribuindo, há mais de quatro décadas, para a iniciação científica e o desenvolvimento cultural do público.


VISITA

A visita dos alunos do ISERJ acontecerá no dia 03 de julho de 2012. A apresentação será às 14:00h, mas a entrada está marcada para as 13:30h na porta do Planetário da Gávea - Rua Vice Governador Rubens Berardo, 100. 

O valor do ingresso, que é de R$ 8,00, deverá ser entregue à Professora Telma até as 18:00h de quinta-feira, 28 de junho de 2012, na escola. 

Há apenas 25 vagas que serão preenchidas pelos 25 primeiros alunos que confirmarem a participação através do pagamento do ingresso, acompanhado da autorização assinada por um de seus responsáveis.


AUTORIZAÇÃO




PROGRAMAÇÃO






COMO CHEGAR












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HUMANIDADE 2012 - RIO + 20

11:17

Conceito

Humanidade 2012 é uma iniciativa da FIESP, Sistema FIRJAN, Fundação Roberto Marinho, SESI-Rio, SESI-SP, SENAI-Rio, SENAI-SP, com patrocínio da Prefeitura do Rio, da CAIXA e do SEBRAE, concebida para realçar o importante papel que o Brasil exerce hoje como um dos líderes globais no debate sobre o desenvolvimento sustentável.

Em um espaço inovador, de portas abertas, toda a sociedade está convidada a refletir e aprofundar a compreensão acerca de um modelo possível de desenvolvimento que considere os impactos passados, presentes e futuros, para garantir melhores condições de vida em todo o planeta com crescimento econômico, inclusão social e respeito ao meio ambiente. Humanidade 2012 é também um foro democrático que vai oferecer, além de encontros, seminários e oficinas, uma grande exposição aberta ao público para mostrar, de maneira lúdica, interativa e participativa, como esses conceitos têm se traduzido em iniciativas e ações importantes no nosso País.

A estrutura construída no Forte de Copacabana, um dos cartões postais da cidade do Rio de Janeiro, também servirá com ponto de encontro, de visitação e de convivência durante a Rio+20, sendo uma contribuição dos realizadores à conferência promovida pela ONU.

Com uma arquitetura nova e impactante, ela leva a assinatura da cenógrafa Bia Lessa e foi idealizada a partir do conceito de que ser sustentável é ser simples: todos os materiais utilizados, dos andaimes aos tapumes passando por móveis e até o lixo gerado, serão reaproveitados ao final do evento.


Exposição

O Humanidade 2012 traz à sociedade uma exposição especialmente desenvolvida pela diretora e cenógrafa Bia Lessa.  No espaço, tecnologia, educação e cultura, em conjunto com os temas da Rio+20, trazem o poder de transformação do ser humano como destaque. A intenção da exposição, totalmente gratuita e aberta ao público, é proporcionar ao visitante uma experiência única. “Diante do momento histórico que estamos vivendo, é necessário que a palavra Humanidade se fortaleça e possamos, juntos, dar um passo adiante”, afirma Bia Lessa.

A exposição terá atividades que dialogam entre si, apresentando o Brasil como um país que tem em sua cultura e sua formação a possibilidade de abrigar diferenças, além de suas riquezas naturais e culturais que precisam ser assumidas cada vez mais como um espaço de soberania e de contribuição para um mundo melhor.




A-     RECEPÇÃO TERRITÓRIO LIVRE

A exposição começa com fragmentos de um dos textos mais conhecidos do Padre Antô­nio Vieira, o sermão de Santo Antônio aos peixes. A Mata Atlântica e a Floresta Amazônica são apresentadas de forma a introduzir o visitante à complexidade das questões que serão debatidas no contexto da conferên­cia Rio+20. Uma reflexão sobre os homens a partir de um sermão voltado para os pei­xes. Como Padre Antônio Vieira naquele mo­mento, estamos todos voltados para o mar. No nível térreo, algumas espécies de plan­tas oriundas de diferentes biomas brasi­leiros são reunidas em um jardim que ce­lebra a diversidade de nossas florestas.

1-      SALA MUNDO EM QUE VIVEMOS

Esta sala contou com a curadoria do Museu do Amanhã por meio de seu curador, Luiz Alberto Oliveira – físico e pesquisador do CBPF, além da consultoria de Sérgio Bes­serman e da contribuição do físico e artis­ta plástico Érico Goulart (CBPF). Tem como finalidade apresentar a realidade do pla­neta tal como se encontra nos dias de hoje. Através de máquinas, desenhos, luz e som, é apresentada a ideia do antropoceno. O ter­mo foi criado pelo vencedor do prêmio no­bel de química Paul Crutzen, que considera a influência humana no funcionamento do planeta tão significativa que justificaria a inauguração de uma nova era na escala de tempo geológico.

2 – SALA MUNDO DIVIDIDO

O espaço teve o texto de Celso Furtado como fonte inspiradora: “o desafio que se colo­ca no umbral do século XXI é nada menos do que mudar o curso da civilização, deslocar o seu eixo da lógica dos meios a serviço da acumulação num curto horizonte de tempo para a lógica dos fins em função do bem-estar social, do exercício da liberdade e da cooperação entre os povos.”

B – CAPELA ESPAÇO DA HUMANIDADE

É o centro do projeto, onde está expos­ta a grande potencialidade humana de transmissão do conhecimento a partir da criação da linguagem. Local de reflexão e compreensão da importância da educação, cultura, tecnologia e da necessidade de nos tornarmos uma humanidade. Uma biblioteca inusitada, formada por 10.000 títulos selecionados por 120 per­sonalidades brasileiras, está disponível para consulta do público. Uma biblioteca de livros e de pessoas, já que a seleção de cada indivíduo indica o percurso intelec­tual e afetivo que os fizeram ser quem são.

3 – SALA HOMEM E SUAS CONEXÕES

O objetivo do espaço é estabelecer uma li­gação entre as necessidades e desejos hu­manos e os meios de produção industrial, educacional, tecnológica, artística etc.

C – BRASIL CONTEMPORÂNEO

Dá sequência à sala mundo dividido de for­ma concreta, já que os elementos deste espaço são os mesmos que constroem essa espécie de tenda festiva, onde o brasil contemporâneo é apresentado do ponto de vista de suas qualidades e possibilidades. Textos de Darcy Ribeiro, Jorge Mautner e dados estatísticos curados pela Fiesp e sistema FIRJAN fazem parte do conteúdo apresentado.

4 – SALA BIODIVERSIDADE BRASILEIRA

Com um pé direito de 5 metros, aborda as potências naturais brasileiras. Os bio­mas estarão expostos conjuntamente, va­lorizando a diversidade e não a especifi­cidade de cada um. Também fazem parte do conteúdo da sala os limites impostos pela atuação do homem nos últimos 200 anos, sua ação modificadora dos ecossistemas e a necessidade de uma atitude imediata de toda a sociedade.

5 – SALA DIVERSIDADE HUMANA BRASILEIRA

É inspirada no pensamento de Darcy Ribeiro:

“O que eu tenho para o brasil é exaltação de sentir de tudo que ele pode ser, vai ser, há de ser e de tudo que ele ainda não é. Eu te­nho pena de nos meus anos, eu fiz tudo para o Brasil dar certo, eu tenho pena de que eu ando meio doentinho e posso até morrer e ficam vocês encarregados de fazer esse país, mas façam sem copiar ninguém, com as potencialidades do nosso povo, poten­cialidades que são imensas, com uma civi­lização tropical e uma civilização mestiça e sobretudo uma civilização humana que herdou dos índios essa capacidade esse talento para o convívio, dos negros essa espiritualidade e dos europeus a tecnolo­gia e a sabedoria européia. Nós estamos prontos para ser uma das civilizações do mundo.”

6 – SALA PRODUÇÕES HUMANAS

Destaque para a indústria e suas ramifi­cações, a partir das megacidades e do au­mento populacional mundial. Necessidade de abastecimento de energia, comunicação, água, esgoto, alimentos, transporte, re­síduos etc. São as cadeias de ligações que não fazem parte da observação cotidiana dos cidadãos, mas que são indispensáveis para se criar o milagre da maior invenção do homem.

“A arquitetura constrói espaços para amparar a imprevisibilidade da vida, não para determinar comportamentos. a cidade é o lugar da liberdade. Você não pode constranger as pessoas no espaço público com dificuldades. Caso contrário, elas desenvolvem a consciência de espaço no espaço imaginado dentro de si, num individualismo atroz”, afirma o arquiteto Paulo Mendes da Rocha.

7 – SALA RIO DE JANEIRO

Espaço voltado para a apresentação do Rio, não apenas como uma cidade dos encontros e profundos contrastes – cidade e natu­reza, montanha e mar, riqueza e pobreza, popular e erudito – mas como um lugar em transformação. Através de imagens em 3D os visitantes têm acesso ao COR (centro de operações rio), espaço que vigia o Rio de Janeiro 24 horas por dia.

8 – SALA INDIVÍDUO E AS FORÇAS DA NATUREZA

Aqui o visitante experimenta, individual­mente, uma simulação poética das forças da natureza.

D – TERRAÇO DO OLHAR

Com vista para a praia de Copacabana, tem lentes de aumento para que o visitante ob­serve a cidade. Conta ainda com uma peque­na mostra fotográfica da transformação do bairro de Copacabana através dos anos, e uma observação da ação do homem nos oceanos.

9 – SALA MUSEU DO AMANHÃ

A sala propõe um passeio pelo conteúdo do Museu do Amanhã, um museu de ciências diferente, onde o visitante se verá diante de um leque de possibilidades para que ele possa refletir sobre suas escolhas para o futuro. O Museu do Amanhã é uma reali­zação da Prefeitura do Rio de Janeiro e da Fundação Roberto Marinho e está sendo construído no Píer Mauá, na região do Porto Do Rio, com inauguração prevista para 2014.

E – JARDIM DOS ENCONTROS

Espaço de confluência para todas as salas, área de convivência e celebração. Bandei­ras de todos os países comemoram o en­contro fraterno entre os povos. Espaço coberto pelo céu de Copacabana e abraçado pela vista privilegiada do encontro entre natureza, cidade, mar e montanha.

F – CAFÉ CULTURAL

Espaço de contemplação do mar, reflexão, shows e palestras abertos ao público, para a valorização da cultura e do pensa­mento alternativo.

G – AUDITÓRIO DA HUMANIDADE

Espaço de conferências fechadas e de shows. De exposição do fotógrafo Pe­ter Menzel, responsável por registrar di­ferentes povos ao redor do nosso planeta. Cadeiras impressas com poemas de Arnal­do Antunes transformam esse espaço em um auditório que fala por si.


FAQ - Perguntas Mais Frequentes

Onde será realizado o evento?
    Será realizado no Forte de Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro.

Qual é a faixa etária do evento?
    Não há restrição quanto à faixa etária do público. Todos podem visitar o Humanidade 2012.

Ficará aberto em caso de chuva?
    As salas expositivas são protegidas e resguardadas das ações naturais, tais como sol excessivo e chuva.

Qual é o preço para visitar?
    A entrada é gratuita.

Qual é o horário de funcionamento?
    O Espaço expositivo do Humanidade 2012 ficará aberto ao público entre os dias 12 e 22 de junho. O horário de funcionamento ao público será:

    - 10h às 22h (última entrada do público as 21h)

Qual a programação do evento?
    Os seminários e debates estão em nossa área de programação, no link http://www.humanidade2012.net/programacao/. A agenda levantará questões relevantes como a produção e o consumo consciente, diálogos sobre a mudança do clima, o setor energético brasileiro, a valorização da parceria público-privada na gestão das praias, emissões de carbono ao longo do ciclo de vida da produção, distribuição e utilização de biocombustíveis para aviação, entre muitos outros. Os organizadores reservam-se o direito de alterar, a qualquer momento, sem aviso prévio ou qualquer outra condição, a programação pré-estabelecida, bem como as datas e horários dos eventos que vierem a ser divulgadas, especialmente por motivo de força maior ou caso fortuito.

Como faço para me inscrever nas palestras e fóruns?
    Cada evento tem regras distintas. Consulte a grade de programação para saber. No caso, por exemplo, do Fórum de Empreendedorismo, todos podem se inscrever e participar das mesas que estão abertas ao público no link www.empreendedorismosocial.org.br. Os organizadores reservam-se o direito de alterar, a qualquer momento, sem aviso prévio ou qualquer outra condição, a programação pré-estabelecida, bem como as datas e horários dos eventos que vierem a ser divulgadas, especialmente por motivo de força maior ou caso fortuito.

Haverá acesso especial para Portadores de Necessidade Especiais (PNE)?
    Sim.

Sou deficiente visual, posso entrar no evento com meu cão-guia?
    É permitida a entrada de cães-guia devidamente identificados, para atendimento aos portadores de deficiência visual.

Posso levar filmadoras ou gravadores?
    Estão terminantemente proibidas as gravações e transmissões em áudio ou vídeo de totalidade ou de parte do Humanidade 2012 por qualquer meio, a não ser as previamente autorizadas pela organização do evento.

As filmagens e áudio feitos pela organização do evento poderão ser divulgados?
    Sim. Todos que visitarem o Humanidade 2012 declaram expressamente aceitar que sua imagem e voz possam ser captados e gravados durante a realização do evento, cedendo, desde já, de modo gratuito e definitivo, aos organizadores do Humanidade 2012, todos os direitos de imagem e voz para todos os fins.


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2011 não é passado, mas um pedaço do futuro

21:29
O ano de 2011 foi marcado por grandes acontecimentos, como os terremotos no Japão, a renúncia de ministros brasileiros, os 10 anos dos atentados de 11 de setembro, e as mortes de Osama Bin Laden, Amy Winehouse e Steve Jobs.






RETROSPECTIVA 2011 - UM ANO EM 60 SEGUNDOS

A terra tremeu no Japão. A chuva castigou a região serrana do Rio na madrugada e mais um casamento real acordou o Planeta. Uma jovem ícone da música pop morreu dormindo e 72 estudantes da USP incomodaram o sono da polícia. Doze meninos foram para a escola e não voltaram para casa em Realengo, houve gritos de um massacre na Noruega e silêncio na comunidade da Rocinha. Um feirante tocou fogo no corpo e começou uma primavera árabe e ditadores começaram a cair... O terror perdeu a face com o fim da caçada a Bin Laden e Wall Street ganhou um rosto com a crise econômica. Um Ministro renunciou na Itália e alguns ministros caíram no Brasil. A dívida ameaçou a Europa por causa de uma moeda e outra elevou a tensão no mercado norte americano. O Gênio da maçã mordida foi embora cedo deixando um grande legado: 800 milhões de terráqueos socializaram a rede no meio de 7 bilhões de habitantes. Você pode até pensar que 2011 é passado, mas está redondamente enganado: 2011 é mais um grande pedaço do futuro!
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O Mundo é Um Moinho

15:01




Se eu falar aqui do Sr. Angenor de Oliveira, não posso esperar que muita gente o identifique, mas se eu disser que este era o verdadeiro nome de “Cartola”, acredito que dispense as apresentações, mas... na dúvida : http://pt.wikipedia.org/wiki/Cartola_(compositor)

A poesia abaixo é a letra de um dos mais bonitos – e famosos – sambas deste compositor que foi gravado, dentre outros, por Beth Carvalho, Ney Matogrosso e Cazuza.

Há uma polêmica sobre esta composição. Diz-se que Cartola a teria composto para uma filha que descobrira ser prostituta. Segundo relato de sua filha mais velha, Irinéa dos Santos, Cartola compôs essa música baseado em sua passagem pela adolescência que, com a curiosidade normal de uma garota de 16 anos, começava e acabava diversos namoros. O compositor então expressou sua preocupação, como qualquer pai em relação a uma adolescente, e resolveu assim fazê-lo através desta composição que é uma das mais importantes de seu acervo.



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O Mundo é Um Moinho

Cartola

Ainda é cedo, amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar

Preste atenção, querida
Embora eu saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco a tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és

Ouça-me bem, amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho.
Vai reduzir as ilusões a pó

Preste atenção, querida
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com os teus pés

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Pois bem, já que algumas das minhas turmas este ano ainda não tiveram muitas oportunidades para escrever, vou lançar um desafio e vocês têm UMA SEMANA para cumprir: cada um de vocês vai se imaginar como sendo o pai, ou a mãe, de um adolescente problemático e vai escrever uma mensagem para esse filho – ou filha – da mesma forma que Cartola fez. Não precisa ser uma poesia, pode ser em prosa (espero que saibam do que estou falando).

O melhor de cada turma vai ganhar um ”bônus” na média de Matemática da 3ª Etapa.

Vamos lá, gente. Mão à obra! Podem mandar por e-mail, ou me entregar na escola até a próxima 4ª feira, 21 de setembro.



Cartola (esquerda) com seu pai


Beth Carvalho


Ney Matogrosso


Cazuza


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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
"Sou apenas uma caminhante que perdeu o medo de se perder. Que eu saiba perder meus caminhos, mas saiba recuperar o meu destino. Com dignidade."

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